quinta-feira, abril 01, 2010

Heróico, Santa Cruz faz história e despacha o Botafogo em pleno Engenhão



O Santa Cruz jogou bem como na primeira partida com o acréscimo de ter acertado nas finalizações e venceu o Botafogo por 3x2 de forma dramática, nesta quinta-feira, no Engenhão, no Rio de Janeiro. O resultado credenciou os corais para as oitavas de final da Copa do Brasil, onde enfrentarão o Atlético-GO. O primeiro confronto será no dia 14 de abril, no Arruda. A segunda partida, uma semana depois, no Serra Dourada.

Os primeiros movimentos do jogo deram um indício das ambições dos dois times: o Santa tomaria a iniciativa e o Botafogo aproveitaria as bobeiras dos pernambucanos. Logo aos dois minutos, Édson Miolo acertou a rede por cima. Aos cinco, Joelson tomou a bola de Eduardo e só com Jefferson à sua frente, chutou fraco e rasteiro, o suficiente para o goleiro defender.

Mas quis o destino que o milagre do camisa 1 carioca virasse maldição num intervalo de apenas dois minutos. Num chute aparentemente pretensioso de muito longe, Leo contou com a falha de Jefferson para abrir o placar. O gol deixou o Botafogo visivelmente aturdido. O time do Rio demorou a trabalhar a bola, errando muitos passes, principalmente na transição do meio de campo para o ataque.

Ao Santa coube uma marcação bem postada no meio e até a possibilidade do segundo gol num bom contra-ataque, aos 12 minutos. Brasão foi lançado em condição legal, livrou-se de um marcador e chutou forte para Jefferson defender. Mas na primeira jogada que os passes saíram corretamente, veio o empate. Aos 20, Loco Abreu tocou de calcanhar para Lúcio Flávio. Ele cruzou rasteiro e Herrera entrou de carrinho para marcar.

Os tricolores não acusaram o golpe e partiram imediatamente em busca do desempate. Tanto que finalizou mais que o Botafogo. Em dois chutes, de Leo e Brasão, aos 24 e 26 minutos tiveram boas intervenções de Jefferson. A grande oportunidade veio aos 45 minutos. Brasão foi à linha de fundo e na trombada com Leandro Guerreiro, o árbitro marcou um pênalti bastante duvidoso. Elvis foi para a cobrança e Jefferson mergulhou no lugar certo, o lado direito, e fez a defesa.

Apesar de o empate lhe dar a classificação o Botafogo voltou para o segundo tempo com uma formação mais ofensiva. O técnico Joel Santana tirou o volante Eduardo para lançar o atacante Caio, passando a formação para um 3-4-3. Mas foi o Santa quem mostrou mais eficiência ofensiva no início. Aos sete minutos, Édson Milo lançou Elvis, em posição normal. O meia chutou forte e Jefferson voltou a salvar o alvinegro.

A retirada de um volante deixou o meio de campo tricolor mais livre para trocar passes e, como consequência, impôs maior volume de jogo. Além disso, ganhou a maioria dos rebotes. A superioridade quase transformou-se em gol aos 19, quando Dedé recebeu de Joelson e chutou para Jefferson tirar de ponta de dedo.

De tanto insistir, o destino sorriu para os pernambucanos. Aos 20 minutos, Brasão recebeu no lado direito da grande área e chutou rasteiro. A bola passou por baixo do corpo do até então inexpugnável Jefferson. Vendo a classificação escapar pelos dedos, Joel Santana foi para o desespero. Edno, atacante, entrou no lugar do meia Lúcio Flávio. Os donos da casa já estavam desarticulados e ficaram mais ainda.

A tônica era o desespero. E numa rara jogada inspirada, Somália cruzou para Herrera cabecear para baixo, aos 39. Parecia que o maior apuro seria esse. Só parecia. Um minuto depois, Herrera recebeu na entrada da área e confirmou sua posição de carrasco tricolor na Copa do Brasil ao chutar forte, no ângulo direito.

Aí foi a vez de Dado Cavalcanti arriscar tudo ao colocar Marcelinho e Souza nos lugares de Dedé e Souza. Deu certo. Aos 44, Elvis entrou sozinho na área e tentou duas vezes. A bola sobrou para Joelson chutar cruzado e Souza, quase em cima da linha empurrar para o gol vazio.

Ficha do jogo:

Botafogo: Jéfferson; Fahel (Fahel), Antônio Carlos e Danny Morais; Eduardo (Caio), Leandro Guerreiro, Somália, Lúcio Flávio (Edno) e Marcelo Cordeiro; Herrera e Loco Abreu. Técnico: Joel Santana.

Santa Cruz: Tutti; Wellington, Luiz Eduardo, Allyson e Edson Miolo (Marcos Mendes); Leo (Souza), Goiano, Dedé (Marcelinho) e Elvis; Joélson e Brasão. Técnico: Dado Cavalcanti.

Local: Engenhão. Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (DF). Assistentes: Renato Miguel Vieira e Ciro Chaban Junqueira (DF). Gols: Leo, aos sete e Herrera, aos 20 do primeiro tempo. Brasão, aos 20; Herrera aos 40; e Souza, aos 44 do segundo. Cartões amarelos: Fahel, Leandro Guerreiro, Leo, Brasão e Goiano. Renda: R$ 69.595. Público total: 4.911.


Fonte: JC Online

Notícia para o blog: Carlos Acioli

Copa do Nordeste está voltando


Disputada pela última vez em 2003, a Copa do Nordeste está de volta. O anúncio foi feito pelo presidente da liga da região, Eduardo Rocha, em entrevista ao blog da revista Torcida. Ao contrário do que vinha sendo especulado, o campeonato não começará mais em maio.

“Retomaremos no mês seguinte, em pleno Mundial, mas sem concorrer com os jogos do Brasil. Ninguém é louco. Até porque as partidas acontecerão pela tarde na África do Brasil, e pretendemos programar as nossas para a noite”, revelou.

Nem mesmo a briga judicial que a entidade mantinha com a CBF para receber uma indenização pela sua exclusão do calendário será mais empecilho.

“A CBF autorizou o nosso retorno e já está acertado, inclusive, para os próximos dois anos, no segundo semestre. O formato da competição ainda será definido, mas deverá ser o mesmo das últimas edições”, disse.

Do site da ESPN

Postado por Roberto Artur

CBF avisa que está perto de decidir o dono da Taça das Bolinhas





A Confederação Brasileira de Futebol pretende acabar em breve com a incerteza em relação ao destino da Taça das Bolinhas, que foi desenvolvida para premiar o clube que alcançasse primeiro cinco títulos nacionais alternados ou três consecutivos. Flamengo e São Paulo disputam o direito de receber o troféu.

Durante a cerimônia em que recebeu o título de Cidadão Honorário do Rio de Janeiro, na Câmara Municipal, na quarta-feira, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, avisou que enviou um pedido de estudo do caso para o departamento jurídico da entidade.

O mandatário, então, espera receber um parecer dos advogados o mais rápido possível para anunciar o dono do polêmico troféu. A confusão acontece porque Flamengo e São Paulo querem ficar com a taça.

O Rubro-negro alega que conquistou o quinto título brasileiro em 1992. No entanto, a CBF não reconhece o time carioca como o campeão de 1987. Para a entidade máxima do futebol nacional, o vencedor daquele ano foi o Sport.

Com isso, o São Paulo se sente no direito de ficar com a Taça das Bolinhas, já que foi pentacampeão nacional em 2007. No ano seguinte, o Tricolor também assegurou mais um troféu. Já o Flamengo voltou a ser campeão brasileiro no ano passado.

Fonte: Espn.com.br

Postado por Roberto Artur

Google une-se à ESPN e lança canal voltado para a Copa do Mundo da África do Sul




Fonte: O Povo

O Google Brasil, em parceria com a ESPN e a Sony Music, colocou no ar na terça-feira, 30, a iniciativa “Palpita Brasil”, que reunirá conteúdos exclusivos no Youtube para a Copa do Mundo.

A programação online do canal será feita, até o fim do ano, por duas frentes: pela emissora esportiva e pelos próprios usuários, levando o que os organizadores chamam de "uma nova interação direta" para a rede.

No total, serão colocadas inúmeras mídias, desde reportagens até concursos culturais, todas apoiadas pela tática de marketing do Google em abusar dos links patrocinados na busca.

"Estamos fazendo uma fusão do webjornalismo e do marketing digital. Uma visão diferenciada do que está acontecendo na Copa, o que você não poderia fazer pela internet até então", diz Alex Dias, presidente do Google Brasil.

Segundo o Google, a escolha do nome vem pelo hábito do brasileiro em dar palpites e a sua paixão pelo esporte. A partir disso, as empresas pretendem mostrar o outro lado da cobertura futebolística, o do torcedor.

A ESPN afirma ter escalado um time especial de jornalistas para a Copa, que mostrará fatos curiosos e histórias do evento, como as aventuras da repórter Renata Falzoni, que atravessará o país de bicicleta, com o auxílio do Google Maps. Segundo a emissora, também haverá programas feitos especialmente para o Youtube.

Porém as partidas oficiais da Copa do Mundo não devem fazer parte do canal, pois, de acordo com André Quadra, diretor de marketing da ESPN, a emissora só está autorizada a veicular os jogos na TV, restringindo o uso das imagens pela internet.

Skol, Sony Electronics, Vivo e Volkswagen também são parceiros do projeto.


Postado por Roberto Artur

Febre de figurinhas perde espaço nos intervalos entre Copas do Mundo


Do UOL Esporte
Por Gustavo Franceschini

A mania de colecionar figurinhas, muito viva em dias de Copa, não é tão comum nos intervalos entre os Mundiais. A febre que toma conta do futebol de quatro em quatro anos perdeu espaço com o tempo, e as empresas do ramo já se preocupam com a fidelização de seus consumidores.

A Panini, que fabrica o álbum oficial da Copa, admite que o evento gera uma rentabilidade ímpar. Os números são tão superiores aos demais que o Mundial é excluído da avaliação financeira anual, por ter um efeito enganoso no balanço.

“A gente vendeu 2 bilhões de envelopes em 2006. A cada quatro anos há um salto no nosso faturamento. Por isso mesmo estamos nos preparando há tanto tempo”, disse José Eduardo Martins, presidente da Panini, na coletiva de lançamento do álbum.

O rendimento convencional mais baixo é explicado por vários motivos. O principal deles, segundo a empresa, é a concorrência do mercado, que teria aumentado muito em relação às décadas de 1980 e 1990, quando os livros ilustrados eram mania.

A maior explicação no futebol, porém, está no êxodo dos jogadores para a Europa. Atualmente, álbuns de campeonatos europeus como a Liga dos Campeões são fonte de renda fixa para a Panini, dona dos direitos, ao contrário dos livros nacionais, que ainda sofrem com problemas políticos.

“Atualmente o Brasileiro não é mais nosso. Nós não temos o direito de uns quatro times, inclusive o Corinthians. As vendas devem ter caído cerca de 35% por causa disso, e a única prejudicada é a criança, que fica sem o produto”, disse Márcio Borges, diretor de marketing da Panini.

Postado por Roberto Artur

Sport bate Paraná e garante classificação



Como era possível imaginar, o Sport conseguiu sua classificação à próxima fase da Copa do Brasil com muito suor. Não foi fácil. O Leão entrou em campo com a vaga na mão. Havia empatado o primeiro confronto diante do Paraná, em Curitiba, em 1x1, e o 0x0 já era o suficiente.

Mas o time do técnico Givanildo Oliveira errou muito na partida. Vontade não faltou. O time foi em busca da vitória desde o início do jogo. O Paraná também. Então, o que se viu no primeiro tempo foi duas equipes ousadas, esquecendo até mesmo dos cuidados defensivos.

Quem teve a primeira grande chance do jogo foi o Paraná. Aos sete minutos, os visitantes tiveram um pênalti a seu favor. João Paulo acertou a trave.

O jogo continuou aberto. O Paraná foi para cima sem nenhum cuidado defensivo. O Sport, então, aproveitou. Passou a ter mais volume de jogo, criou inúmeras chances. Mas o ataque falhou na finalização.

Somente aos 39 minutos o time conseguiu o gol. Eduardo Ramos cruzou e Dirley desviou de cabeça para as redes. E assim terminou o primeiro tempo.

Na segunda etapa, o Sport procurou segurar o Paraná. A a equipe não ficou tão exposta. No entanto, perdeu terreno e os visitantes foram para cima.

A atitude do Sport foi arriscada. O Paraná queria pelo menos um gol para levar a disputa para os pênaltis. O time foi para cima com tudo. Magrão chegou a salvar o Sport após cobrança de escanteio.

A partir dos 30 minutos, o Paraná só quis saber de atacar. Não tomou o menor cuidado defensivo. Percebendo isso, o Sport encolheu-se mais para tentar os contra-ataques.

Engatou alguns deles. No final, engatou, na verdade, um bombardeio. Eduardo Ramos, César e Leandrão entraram livres na área, tentaram chutes consecutivos, mas não balançaram as redes.

Após o lance, o árbitro apitou o fim do jogo. Jogadores e torcida comemoraram a classificação.

Fonte: Blog do Torcedor

Postado por Roberto Artur

Náutico toma cinco, tem dois expulsos e está eliminado da Copa do Brasil



Com um futebol de terceira divisão, a situação alvirrubra é preocupante.

O Náutico foi eliminado da Copa do Brasil 2010 de forma humilhante. Tomou um 5 x 0 do Vitória no Barradão na noite desta quarta-feira. E podia ser 7, pois o Rubro-negro baiano perdeu dois pênaltis.

Difícil dizer o que foi pior. Tudo começou na derrota por 1 a 0 nos Aflitos, num jogo em que teve tudo para conseguir uma vitória por mais de dois gols, e acabou sendo "punido" pelos erros de finalização, com um gol do volante Bida.

O Náutico tem tantos problemas que fica difícil elencar uma ordem de importância.

Elenco. É fraco. Pior: não tem alma. Não se vê os jogadores correndo um pelo outro em campo. Seja vaidade, seja insatisfação com o atraso salarial (que não está dos piores, pois). Percebe-se que não há uma harmonia entre os jogadores, não apenas tática, mas de dedicação. O empenho é oscilante. É preciso haver uma entrega constante. Sangue. Isso tem faltado.

Diretoria. A montagem do time foi péssima. Os jogadores tidos como experientes estão com a carreira em declínio, vide Ediglê e Vinícius. Geílson foi trazido por uma boa temporada no Santos em 2004 ou 2005 — já faz tanto tempo que é normal não lembrar. Além disso, o velho erro: trazer jogador com problema de contusão. Dênis veio depois de quase um ano sem fazer uma partida oficial, e terminou dispensado menos de três meses depois.

Os alvirrubros têm que perceber que não é trazendo caminhões de jogadores de fora que vai sair da preocupante situação em que se encontra. É preciso valorizar a prata da casa. Rafael Foster, importado do Internacional, não mostrou nada melhor que quem aqui estava. É preciso que os dirigentes se posicionem de forma a valorizar as categorias de base, cobrar oportunidades aos jogadores aqui formados.

Técnico. Não dá para isentar o treinador Alexandre Gallo, assim como não isentaram o técnico Guilherme Macuglia, demitido porque o time não convencia. Com Gallo, segue sem convencer. Já se convenceram que o buraco é mais embaixo (ou mais em cima)?

Curiosidade: Guilherme Macuglia foi demitido após 10 jogos. Hoje, Alexandre Gallo fez o seu 11º jogo.

Fonte: Blog do Torcedor

Postador por Roberto Artur